Objeções sofistas contra o Comunismo Libertário

Não é de hoje, como não vai ser propriamente no presente, que o anarquismo e principalmente a vertente comunista do mesmo não irá ser atacada pelos indivíduos que insistem em conservar essa desordem e caos que chamamos de Estado e Capitalismo.

Os ataques que o anarquismo e o comunismo libertário enfrentou desde sua sustentação filosófica, ética, teórica, prática remonta a própria revolução francesa, os Republicanos liberais impondo a República a massa operária e camponesa do lado de fora da Assembleia, para assim conter a revolta popular que por mais alguns dias, eles não conseguiriam controlar, na Comuna de Paris onde as ideias então Mutualistas e Anarquistas eclodiram, liberais e até mesmo marxistas criticaram fortemente essa espontaneidade popular em se organizar sem chefes, lideres para se revoltar contra a desordem preestabelecida, muitos ficam indignados com as inclinações anarquistas que se traduzem em: Sem Chefes, Sem Autoridades e Sem Deuses, outros admirados e então para conter essa admiração o contextuam como “utópicos”; o espantalho, o sofisma, a superficialidade com que os inimigos do anarquismo o enxergam chega a ser humilhante se não uma própria distopia discordante da realidade que o vivem.

Aqui não irei tratar dos ataques falsos e espantalhos sofistas que a ala esquerdista e marxista tem sobre o anarquismo; meu ponto e foco vai ser as objeções feitas pelos ultraliberais (“anarco”-capitalista) que insistem em dizer que o comunismo libertário “não existe” e que o capitalismo é sinônimo de anarquismo; não tenho o intuito infantil de ficar “refutando”, pois acho que aqueles que tem um pouco de bom-senso e discernimento e não criam fantasia no mundo mágico de unicórnios, sabe muito bem o que é critica e verdade com infantilidade de achar que tudo que é critica é uma refutação ou tentativa da mesma. Irei prezar pelo discernimento, não só pela formação filosófica, teórica e prática do anarquismo e sua vertente comunista, mas como a verdade está acima de qualquer ideologia que tentam incutir no meio da massa.

Primeira objeção: o anarquismo e comunismo são oximoros, um é anti-estatista e o outro é Estado totalitário.

Compreendo perfeitamente essa objeção, primeiramente porque se instalou no senso-comum, como também as mídias sociais o ajudam, a ter o socialismo científico posto em prática na URSS e satélites como comunismo propriamente dito, e com a ajuda metódica e sistemática dos marxistas, essa noção é um parasita para todos, antes de entrarmos no anarquismo, temos primeiro saber o que é o comunismo, nas palavras de Luigi Fabbri:

“A palavra comunismo, desde os tempos mais antigos, não é um método de luta e ainda menos uma maneira especial de racíocinio, se não um sistema de completa e radical reorganização social sobre a base da comunhão dos bens, do gozo em comúm dos frutos do trabalho comúm por parte dos componentes de uma sociedade humana, sem que ninguém possa se apropriar do capital social para seu exclúsivo interesse com a exclusão e dano para os outros. É uma ideia de reorganização econômica da sociedade, comúm em várias escolas socialistas (compreende-se também a anarquia), não foram em absoluto os marxistas que formularam primeiro.”
Anarquismo vs Comunismo Cientifico — Luigi Fabbri vs Nicolai Bujarin — pg 32

Como se pode perceber, o comunismo não é uma ideia de controle absoluto pelo Estado, e sim, a concepção que a riqueza socialmente produzida pela cadeia de produção seja de uso e fruto comum, todos possam em seu interim consumir livremente os produtos que fazem parte do todo na sociedade; — o que acontece entre as escolas socialistas, principalmente entre nós anarquistas e então os científicos marxistas é o método de luta, método de organização e por fim como chegar ao comunismo, em nenhum momento o anarquismo e principalmente o anarco-comunismo pode ser confundido com o socialismo marxista, pois além de termos métodos, visão e analise diferente temos também a condição inata do anti-autoritarismo presente em nós, nossa visão sobre a transição do socialismo marxista (controle da produção, controle das riquezas sociais pelo aparelhamento estatal proletário) ao comunismo como os próprios marxistas o veem também, demorará gerações e gerações, dado que o comunismo só pode ter tido como fim, a superação do capitalismo e moral burguesa, ou seja, o socialismo marxista é recluso em países e como meta tem que se expandir para suprimir a força internacional capitalista. 
Para nós, a partir do momento que se expropria as riquezas sociais dos burgueses, que o proletariado, as operárias e o campesinato assumem o controle administrativo da coisa pública (Estado), a contabilidade e transforma as indústrias, empresas e a terra cultivável em autogestão e propriedade comum, o comunismo já está sendo colocado em prática, sem um aparato Estatal e centralizador, apenas a livre-inciativa, autogestão, organização dinâmica e orgânica das massas podem conduzir a sociedade ao comunismo, e não um Estado ou qualquer forma de autoridade; a sociedade mesma deve assumir, controlar e gestionar a produção, administração e consumo dos bens socialmente produzidos. 
Para nós assim que existir a anarquia existirá o comunismo, assim que existir o comunismo existirá a anarquia, se for diferente, então não é nem anarquia e nem comunismo.

Percebe-se que o anarquismo como sistema político sem governantes e governados e o comunismo como sistema econômico sem exploradores e explorados é a visão concreta e real do anarco-comunismo, um complementa o outro.

Segunda objeção: Sendo a propriedade comum, então posso invadir sua casa, roubar suas coisas?

Como podemos entender, o anarquismo é um sistema político da ingovernabilidade (isto é, sem governantes e governados) e o comunismo é um sistema econômico da livre-iniciativa (isto é, sem exploradores e explorados), o que temos é uma nova reorganização sócio-econômica e política, onde todos exercem o papel de administradores, contadores e produtores perante a coisa pública, enquanto que na parte da cadeia produtiva existe associações organizativas autogestionada autônoma que controla, planeja, cria, renova e conduz toda a cadeia de produção a nível macro (nacional e internacional), o trabalho de todos condiz com o consumo de tudo que se deseja ou tenha necessidade, onde a apropriação jurídica (acúmulo privado) se torna totalmente antiético e autoritário, em um sistema onde a propriedade comum dos meios de produzir, que seria: as hidrelétricas, as indústrias têxteis, indústrias mecânicas, indústrias científicas, indústrias alimentícias, extratoras e mineradoras, a maquinaria necessária a cada cadeia produtiva, toda a gama produtiva inerente a toda sociedade, pertence a todos, todos podem assumir um trabalho atrativo perante essa cadeia produtiva que são interligadas e se forma o trabalho coletivo e assim toda a riqueza social, cada indivíduo tem uma parte incalculável sobre o trabalho coletivo passado, presente e futuro, o que dizer, que não tem como calcular o valor de todo o trabalho humano até hoje e futuramente, pois desde a utilização das técnicas para a sobrevivência dos nossos ancestrais até hoje, todo produto, todo serviço, toda riqueza pertence a todos nós, falamos assim do que é uma propriedade comum, a propriedade comum é referente as terras cultiváveis (grandes agriculturas), a maquinaria e ferramentas usada para cadeia de produção em larga escala (capitais), e assim toda a indústria, mineradora e transnacionais que compõe a produção e distribuição dos produtos produzidos.

Como bem sabemos, a divisão das terras é desigual, através do sistema capitalista e liberal, o lucro é mais importante que a saciedade das necessidades, a competição é mais importante que a cooperação para o progresso; no anarco-comunismo, será feito em um determinado tempo, a realocação das terras, onde todos possam ter um pedaço de terra, para ter sua casa, ter sua plantação ou seja, acabar com as pessoas que não tenham um teto para morar; o que queremos é que todos possam onde morar, ter o que comer, vestir, ter saúde e educação, ter instrução e desenvolvimento pleno; então, em um sistema de propriedade comum, a sua casa, a suas coisas são posses inalienáveis, pois é algo que você precisa, tem necessidade, vontade ou desejo, em um sistema de propriedade comum, onde a produção e consumo é livre, a noção de roubo só existe a aqueles que querem a volta do sistema excludente, autoritário e antiético capitalista jurídico (estatal), pois querem apropriar-se de todo trabalho coletivamente feito e de toda riqueza socialmente produzida, por simples egoísmo liberal.

Em um sistema anarco-comunismo, a invasão sobre seu terreno se ocorrida como afronta a sua pessoa, é julgada pela própria comuna e você, como ato hediondo se assim o for, e cabe a você e a comuna a “embargar” o indivíduo ou grupo de indivíduos que fizeram isso, levando em conta, que em um sistema anarco-comunista, existirá armas normais e comuns.
Concluindo, a propriedade comum, diz respeito mais a cadeia de produção em forma macro, do que necessariamente em produção micro, dado que fazem parte de um mesmo organismo produtivo, a sua casa, carro, objetos pessoais, são seus como posse inalienável.

Terceira objeção: O anarquismo é sinônimo de capitalismo e não existe ultraliberalismo.

Ficou nítido que o anarquismo é um sistema político e o comunismo um sistema econômico, ambos partem da necessidade e urgência em uma nova forma de sociedade e relações;

Então temos que entender o que é Capitalismo?

“Capitalismo caracteriza-se por um sistema de organização econômica baseado na propriedade privada dos meios de produção, isto é, os bens de produção ou de capital.
Capital (econômico) é o conjunto (estoque) de bens econômicos heterogêneos, tais como, máquinas, instrumentos, fábricas, terras, matérias primas, etc…, capaz de reproduzir bens e serviços.” [1] 
Dentro do sistema capitalista (ou qualquer sistema de produção e reprodução) existe os fatores naturais que seriam: 
“…e particularmente desde Jean Baptiste Say, os fatores de produção têm sido apontados em todo o processo produtivo como sendo: a terra (terras cultiváveis, floresta, minas, recursos naturais), trabalho (o homem) e o capital (máquinas, equipamentos, instalações).
Mas aqueles economistas, já incluíam no conceito econômico de terra, não apenas o solo, o que era arável, mas todos os fatores naturais de produção. Assim, para além do solo, incluíam o subsolo, a capacidade energética do mar, os cursos de água, do vento, da luz solar, etc. Por esta razão, alguns autores preferem referir-se aos fatores naturais de produção, abrangendo nesta noção a terra, o solo e também outras forças naturais.”[2]

O que acontece, o homem (trabalho) usa dos meios que existe para produzir os bens materiais, o homem não é um meio, e sim o que criou os meios para retirar da natureza a matéria, transforma-la em bem material e assim poder utilizar, consumir, etc…

O sistema capitalista, é um sistema de produção e reprodução dos capitais e com isso tem a propriedade privada do acúmulo das riquezas sociais, do excedente produzido, o lucro provém de antemão da quantidade produzida, assim, o capitalista ganha na produção, na venda e na reprodução; — O sistema de mercado é apenas a forma da reprodução capitalista e não de sua produção propriamente dita, assim, faz parte, mas não é; as trocas, venda e compra que ocorre dentro do mercado, é uma consequência direta da produção capitalista, e não o contrário.

O anarquismo não é sinônimo de capitalismo por essa obviedade, muito menos é uma ideologia mercantil de trocas, o anarquismo é um sistema político antipolítico que se caracteriza pela ingovernabilidade (sem governantes e governado) que dizer ao abolir os governos e toda forma de autoridade de um homem sobre outro homem (nesse aspecto homem no sentindo amplo, entretanto mulheres, crianças,idosos,etc..) cria uma nova forma de sociedade, que estaria baseada na proposição de “democracia direta”, onde todos exercem a função de administradores da coisa pública, sem precisar de instituições jurídicas para tal; — O sistema de produção capitalista com o seu conjunto jurídico (propriedade, lucro, mercado, instituições burocráticas, leis, tribunais) faz parte da organização do Estado, longe do Estado ser um empecilho ao capitalismo, é o mesmo que legaliza todas as atividades produtivas e reprodutivas do capital, que controla e domina a sociedade para não quebrar e abolir com o próprio sistema; podemos analisar que no Feudalismo que hoje os capitalistas, eram os corporativistas do Feudo[3], os Burgos no Feudo, que escravizavam os camponeses e assim fechava os artesanatos para não existir competição[4], é o que hoje chamamos de liberais, existe uma diferença entre burgueses (capitalista) e liberais (comerciantes), existe uma forma de briga entre eles, mas, nada que com um pouco de dinheiro não resolva, os capitalistas só lutam contra os liberais, quando e se ameaçado o status quo, e o contrário idem.

Então, o capitalismo é um sistema de produção e reprodução de capitais, onde possui a propriedade privada dos meios de produção, acumulo de riqueza e sua organização social e política são instituições jurídicas como o Estado, tribunais, polícia, exército, leis; o anarquismo é a negação e abolição direta dessas instituições jurídicas!

A impossibilidade do anarquismo ser sinônimo de capitalismo é histórica, sociológica, econômica, jurídica e prática; não existe e jamais existirá um “anarco”-capitalismo.

Então, o que os autointitulado ancap são?

A ideia de um livre-mercado sem a intervenção do Estado não é nova, existia desde a revolução francesa, mas, como a Europa e praticamente o mundo está em fervor e agitação revolucionária, a ideia de uma sociedade sem Estado para intervir na econômica era utópica e demasiadamente ingênua, dado que, se não existi-se uma força soberana para controlar a agitação popular que rodeava a Europa e outros países internacionais, o livre-mercado junto ao sistema de produção capitalista, teria sido superado inevitavelmente. Foi através da força, colonização, genocídio, guerra e revolta que o liberalismo como sistema de mercado e o capitalismo como sistema de produção se instauraram no século 18[5], e assim, através de guerras e assassinatos feito por capitalistas e liberais é que se consolidaram no poder e continuam até hoje.

Como então é chamado a ideologia que prega o fim do Estado e um livre-mercado sem a intervenção ou regulamentação do mesmo? 
Sim ultraliberalismo, a escola ultraliberal que formou base em 1950 com Rothbard, o mesmo falava que o sistema não era anarquista, somente depois de algum tempo que ele começou a se intitular como “anarco”capitalista e tentou criar um libertarianismo moderno, o que de fato não existe como suporte real, filosófico e concreto; o ultraliberalismo é a tendência do livre-mercado sem um Estado como organizador e interventor na economia, como bem explica:

“Meus caros, ultraliberal é o Carlos Novais — um intelectual especialista em Rothbard — e outros anarco-capitalistas Portugueses que, admito, devem escapar ao radar da esquerda portuguesa. Ou seja, resumindo para que fique claro:
Liberal — Quer menos Estado na Economia e portanto menos Impostos
Ultraliberal — Quer o fim do Estado e portanto fim dos Impostos “
 [6]

Mesmo tentando utilizar o termo “anarco-capitalismo”, fica nítido que de anarquismo não existe nada na ideologia ultraliberal, nem a luta pela liberdade, e sim e só pela preservação absoluta da propriedade privada.

Em um artigo do Mises o mesmo admite a defesa explicita do termo ultraliberal para designar-se, os indivíduos que querem o fim do Estado e um livre-mercado[7], as teses do ultraliberalismo, partem e são exatamente as mesmas das teses liberais marginalistas, defendem em várias camadas menos intervenção estatal na econômica, defendem a propriedade privada, mas, ao contrário dos liberais estatistas, são apenas acratas ingênuos.

O Ultraliberalismo, seria o livre-mercado levado ao extremo, onde o Estado não existe mais, apenas o mercado “regulando as relações sociais”, o termo além de ser propício é o único coerente a ideologia rothbardiana.

Quarta objeção: Os ancaps são libertários?

Outra mania espantalhosa que se incluiu no senso-comum e que de novo, as mídias ajudaram a propagar é a falsa alusão que os libertários são pró-mercado e pró-capitalista, é um erro comum, daqueles que como bem sabemos, tem medo de abrir livros, pesquisar e se aprofundar nos estudos sobre o anarquismo suas origens e suas práticas;

O que é ser libertário e porque surgiu esse termo?

O termo libertário surgiu em contraposição ao socialismo integral de Proudhon, Joseph Dejácque anarquista francês que viveu na mesma época que então o Pierre Joseph Proudhon, separou-se da ideologia mutualista dele com o termo libertário, em seus artigos de nome Le Libertaire — Journal du Mouvement Social, onde criticou as posições de Proudhon como seu conservadorismo e machismo, criou também o que se denominou como um anarquismo sem mercado e baseado nas trocas e consumo direto (comunismo libertário), do termo libertário, você consegue retirar 3 conotações: 1) o anti-autoritarismo e igualdade, 2 — Livre-circulação e trocas diretas e a 3 — o anti-estatismo e a ingovernabilidade; nesse aspecto o socialismo libertário que é a designação da I Internacional Socialista, pode se dizer que é os meios de produção socializados sem estado ou uma autoridade exercendo algum papel de chefe ou governante, o mutualismo não é um socialismo libertário, como não existe uma esquerda libertária e nem um marxismo libertário, não porque, temos a propriedade ou somos donos do termo, e sim, porque o termo ou o conceito libertário, exprime as 3 conotações diretas e vista nos escritos de Dejácque, como vale ressaltar em um texto francês o porque dele ter criado esse neologismo: Neologismo Libertário — em Francês, o termo libertário diz e condiz somente com uma concepção antiestatista, anticapitalista e comunista da sociedade e relações sociais.

O anarco-comunismo segue uma linha totalmente original e livre da linha mutualista proudhiana, claro que, alguns conceitos como algumas filosofias são inerentes, mas o todo, a analise, a filosofia geral é diferente e antagônica a qualquer forma de trocas mercantis (venda, compra, preço, oferta, demanda, divida, crédito, débito, etc..).

Assim sendo, o uso ingênuo, infantil e ignorante do termo libertário, demonstra exatamente a tentativa decadente e imoral de apropriação e falsa-semântica sobre um neologismo totalmente sustentado por uma filosofia comunista!

Conclusão:
Fiz esse texto sobre algumas objeções espantalhosas que liberais e ultraliberais fazem contra o anarco-comunismo, ignorando toda a sua história, sua filosofia, sua ética, sua prática e todo seu aporte filosófico concreto; fica claro e nítido a inserção falsa, imoral e degenerativa que a ideologia liberal tentou fazer com o anarquismo e o termo libertário, não existe fundamentação lógica, racional e filosófica nenhuma que sustente que o “anarco”-capitalismo exista como anarquismo, e que o prefixo aclamado seja libertário, são apenas espantalhos e sofismas que tentam se inserir em uma doutrina prática e filosófica como o anarquismo e propriamente o anarco-comunismo. 
Duas coisas tenham em mente: 1 — O anarquismo é uma topologia política, isso é, é um sistema político antipolítico, que se caracteriza por não existir governantes e nem governado, fazendo ser uma estrutura sócio-política; 2 — Por ser um sistema político antipolítico, tem um sistema econômico que se caracteriza pela propriedade comum dos meios de produção, uso e consumo comum dos fatores de produção natural e toda produção, nesse sentindo, o anarquismo não é uma teoria jurídica, e sim uma doutrina social, política, econômica, filosófica, científica, materialista/fisicalista, ética, moral e cultural/educacional.

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Publicado por

André Rodrigo T S

Desenvolvendo e pensando livremente sobre assuntos interessantes.

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